domingo, 30 de dezembro de 2018

Here I go again


A pouco mais de 100 dias da próxima maratona acho que o caminho anterior está feito.
É bom olhar para trás e ver que estes últimos 6 meses aparentam ter uma progressão lenta mas sustentada. A pouco e pouco a boa forma vai voltando e parece que há uma luz ao fundo do túnel.
É sempre importante ter alguns registos iniciais antes de iniciar um período de treinos mais exigentes. Isto vai permitir avaliar a progressão ou regressão ao longo do percurso. Estes valores valem o que valem porque são aferidos pelo fenix3 HR, mas com cinta cardio porque o leitor de pulso não é tão rigoroso. Mesmo podendo não ser muito realistas, são consistentes porque são aferidos pelo mesmo equipamento. O importante é a variação e não o valor absoluto, e o limiar do lactato que tinha na maratona de Roterdão acabou por se revelar muito realista.

Assim, a 30 de Dezembro tenho:

VO2 max:  54 mg/kg/min  
Limiar do lactato:  4:25 min/km com 151bpm

Em Abril de 2017, data da minha melhor marca na maratona de Roterdão tinha:

VO2 max:  57 mg/kg/min
Limiar do lactato:  4:16 min/km com 152bpm

O gráfico e as tabelas seguintes são geradas dinamicamente com base em várias fontes que vou atualizando nos próximos meses. Acompanhem os treinos e a evolução. 


Este é o plano de treinos que estou a seguir e cujos detalhes podem ser consultados no site do Hal Higdon.


No calendário seguinte estão os treinos e provas que vou carregando no Garmin connect, de acordo com o planeamento acima.



Sei onde estou, sei onde quero chegar, sei o que há para fazer. Se a máquina aguentar a carga, esta poderá ser uma boa maratona. Siga para Varsóvia.


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