terça-feira, 21 de dezembro de 2010

19 de Dezembro - Grande Prémio do Natal

Desta vez tudo correu bem. É incrível mas é verdade. Afinal é possível organizar uma corrida em que, tirando alguns problemas menores ou imprevisíveis, tudo decorre como é suposto. As 2 ultimas edições em que participei foram autênticos disparates com erros infantis ou sem justificação aparente dado que se trataram de problemas perfeitamente evitáveis e que dificilmente se compreendem. Se quiserem saber ou recordar o que aconteceu nos anos anteriores é consultar aqui no blog. Compreendo que há quem tenha ficado sem vontade de voltar a participar nesta prova. Mas eu fui numa de tiririca, como está, pior não fica.
E nada melhor que baixarmos as expectativas e irmos preparados para o pior. Que palermice nos aguardaria este ano?

Quando me disseram que o chip só era entregue no local da partida, embora tenham feito as pessoas deslocarem-se à sede da AAL para levantar o dorsal, fiquei logo a ver o filme. Não percebi bem a lógica da batata, mas de facto tinham razão. A ideia é minimizar o extravio de chips, pois há quem os levante mas nunca mais apareça e os chips... foram-se. Pouca diferença me fazia se houvesse chip ou não. Ia para fazer o circuito e até sem o dorsal o faria portanto... Mas lá chegados estava bem organizado. Uma mesa de meninas com várias caixinhas, cada uma com um grupo de numeração, olhava para o dorsal, já colocado, e entregava o respectivo chip em menos de 5 segundos. Boa!

A partida teve um atraso de 5 minutos mas depois lá fomos. Não houve grande história. Estava a sentir-me bem e fui sempre a acelerar. Tunel 1, 2, 3, 4, 5, 6, Av. da Liberdade, os grunhos buzinam selvaticamente enquanto descemos para os ultimos metros. Este ano nem fomos dar a volta ao Rossio. E também não havia fila para cortar a meta.... :)

A unica parvoeira foi um labirinto de grades que nos obrigaram a fazer, com o objectivo de evitar filas na entrega das t-shirts. Criaram ali uma zona tampão para evitar entupimentos nas t-shirts e também evitar filas na zona da meta. Creio que não era preciso tal coisa. Algures um meio termo entre o ano passado e este ano deve ser a solução.
A crise fez-se sentir nos brindes. Uma t-shirt branca de algodão de 5ª categoria e vai-te. Para os primeiros ainda houve uma distribuição de barrita e um mini pacote de cereais. Depois acabou-se. Queriam barritas tivessem corrido mais depressa.

Depois fiquei por ali à espera do Luis e da Dora que lá apareceram ao seu ritmo. Estava com algum receio que a Dora não aguentasse a prova pois andava a queixar-se de uma canelite, mas a custo lá chegou ao final.

Foram apenas 37 minutos de correria. Foi pouco mas foi com vontade e sempre é melhor que ficar na cama.
Mais um cumprimento ao Carlos que trabalha quando os outros se divertem!
Agora vêm aí as S. Silvestres e este ano vou à de Lisboa e à dos Olivais. A da Amadora ainda vai ter de esperar. Mas quero aproveitar o tempo de antena para vos lançar um desafio: Uma S. Silvestre Pirata, por trilhos, em Monsanto, 5ª feira 23/12 às 22h. 16Km de maluquice. 





A ideia nasceu e já passámos dos 60 inscritos. Vai ter de tudo como as outras, aliás vai ter bem mais. Estacionamento e banhos no Parque de Campismo de Monsanto, Ceia a seguir à prova (cada um leva qualquer coisa que se trinque) numa sala emprestada pelo Parque de Campismo. Vai ter tudo e muita boa disposição. Apareçam. Saibam todos os detalhes neste link do forum do mundodacorrida.com.

Até 5ª então.

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